Por que a pirataria de livros (no formato impresso) é algo raro? A BookStandard investiga o assunto num texto interessante. Via Pedro Doria.
***
Alguém sabe o que aconteceu com o Singrando do Reginaldo?
***
O Barbão postou duas questões interessantes, que merecem um post maior que agora infelizmente estou sem tempo para escrever: Primeiro, acabou o espaço para literatura experimental? Segundo, é possível escrever num estilo que se aproveitasse do excelente meio que é a internet, criando assim um novo estilo?
***
Somente eu que se incomodou com o fato da nova tradução de “Ulisses” da Objetiva ser baseada na edição de Gabler?
***
Para fechar, o Nelson escreveu um “Samba-enredo em homenagem ao Bloomsday”.





















Eu me fiz a mesma pergunta sobre o Reginaldo nesse fim de semana. Reginaldo, cadê você?
A nova edição tem notas, o que, a não ser que eu esteja mais míope do que imagino, não tem na do Houaiss – só isso já vai me fazer escolher a nova quando for ler este livro. E o “sobranceiro e fornido” me fez entortar o nariz…