“Rabassa não desembaraçou Rosa mas enfrentou o dificílimo “Avalovara”, obra-prima de Osman Lins. Em inglês, manteve o título em português por achá-lo insubistituível – numa das muitas demonstrações, ao longo de suas memórias, que mais importante do que a fidelidade literal, desde sempre impossível, é não usar de elementos supostamente facilitadores, como ele critica nas duas traduções mais recentes de Machado, que rebatizaram “Brás Cubas” como “Epitáfio para um pequeno vencedor” e “Quincas Borba” como “Filósofo ou cão?”.”
Paulo Roberto Pires fala sobre Gregory Rabassa, tradutor de importantes escritores latino-americanos para o inglês. Leia a matéria completa em “No Mínimo” clicando aqui.





















Respondendo a perguntas:
1 – Gerardo Mello Mourão é o escritor brasileiro que, a meu ver, mereceria o prêmio Nobel. E ele já foi indicado, em 1978. Por universidades americanas (as brasileiras apenas assinaram em baixo). “Os Peãs” e “Invenção do Mar”, pra mim, são os livros mais fortes e belos da poesia brasileira.
2 – Não, não vale a pena ler literatura brasileira contemporânea. Pelo menos não a literatura dos escritores que li, como o Noll. Talvez valha a pena ler o Joca Reiners, de quem falam tão bem, mas ainda não tive a chance.
P.s: o Francis não faz nenhuma crítica embasada à Nélida – só achincalha mesmo, com aquele jeito dele. Você encontra por aqui na net mesmo.
Abraço,