
Os Lados do Círculo, de Amilcar Bettega Barbosa
Arquitetura do arco-íris, de Cíntia Moscovich

O fotógrafo, de Cristóvão Tezza

Histórias Mirabolantes de Amores Clandestinos, de Edgard Telles Ribeiro

Sob o peso das sombras, de Francisco J. C. Dantas

O silêncio do delator, de José Nêumanne Pinto

Poemas rupestres, de Manoel de Barros
























Fico felicíssimo, ainda mais por perceber que 3 dos selecionados são membros da nossa Associação Gaúcha de Escritores!
Um estímulo à mais para nos debruçarmos sobre a escrita.
Ler, ler, ler, escrever, escrever, escrever e reescrever, reescrever, reescrever como diz Raimundo Carrero na edição 64 do Rascunho – O Jornal de Literatura do Brasil. Se ainda não leste, amigo Leandro, vale muito a pena o artigo sobre os segredos da arte de escrever boa ficção. Ele dita regras, mas não as impõe. A escrita moderna ultrapassou os paradigmas das necessidades e restrições absolutas. Adjetivos não são mais proibidos.