Li Borges, vários livros, mas os que gosto mesmo são os indefectíveis “Ficções” e “O Aleph”, que para mim são eternos. Li Bioy Casares (“A Invenção de Morel”, achei mais ou menos) e Ricardo Piglia (“Dinheiro Queimado”, idem). Alberto Manguel, que não é ficção (“Uma História da Leitura”, excelente, e “Os Livros e os Dias”, médio). NO momento só me lembro desses.
“O Aleph”, de Borges e dois do excelente Cortázar: “Bestiário” (onde está um grande conto fantástico, “A casa tomada”) e “Todos os fogos, o fogo”, muito bom.
não.
Serve o ceguinho escroto?
Serve, o ceguinho também serve.
Li Borges, vários livros, mas os que gosto mesmo são os indefectíveis “Ficções” e “O Aleph”, que para mim são eternos. Li Bioy Casares (“A Invenção de Morel”, achei mais ou menos) e Ricardo Piglia (“Dinheiro Queimado”, idem). Alberto Manguel, que não é ficção (“Uma História da Leitura”, excelente, e “Os Livros e os Dias”, médio). NO momento só me lembro desses.
Borges, Bioy Casares, Sabato, Cortázar e Osvaldo Soriano. Por quê?
Há um muito bom, jovem revelação, Oliverio Coelho…
Sim. Borges,Bioy Casares, Cortazar, Piglia, Andahazi, Martin Kohan.
“O Aleph”, de Borges e dois do excelente Cortázar: “Bestiário” (onde está um grande conto fantástico, “A casa tomada”) e “Todos os fogos, o fogo”, muito bom.
Vários do Cortázar; Ficçoes e O Aleph do Borges; e recentmente o excelente Niguém Nada Nunca de Juan José Saer.
Cada uma!