São eles:

Cantigas do falso Alfonso el Sábio
O júri final será composto por Cristóvão Tezza, Flora Sussekind, José Castello, Marcos Frederico Kruger, Paulo Henriques Britto e Tania Celestino de Macedo.
São eles:

Cantigas do falso Alfonso el Sábio
O júri final será composto por Cristóvão Tezza, Flora Sussekind, José Castello, Marcos Frederico Kruger, Paulo Henriques Britto e Tania Celestino de Macedo.
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Opa, já tenho o meu favorito.
bom dia camarada é legal.
o segundo tempo, nem tanto.
andre sant’anna, tô fora.
dalton trevisan eu acho pentelhinho.
o resto, nem sei.
(momento palpites gratuitos e não-requisitados.)
chans.
Olá Leandro, tudo bem?
Uma dúvida: além da amplitude geográfica, claro, existe mais alguma diferença objetiva de critérios entre o Portugal Telecom e o Jabuti? Algo como data de lançamente, etc?
Interessante como não há intersecção entre os autores brasileiros escolhidos pelos dois júris. Coisa de gosto mesmo?
Um abraço,
Drex, nesse ano a regra é:
No Jabuti três jurados em cada categoria votam, isoladamente e por escrito, em duas fases – primeiro os dez títulos finalistas e depois os três vencedores. Concorrem apenas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2006.
No Portugal Telecom, um júri de 300 críticos literários e professores de literatura de todas as regiões do Brasil votam escolhendo os semi-finalistas e 15 especialistas que irão compor o júri intermediário. Depois, esse júri intermediário vota e escolhe dez finalistas e seis membros do júri final. Além do júri, uma curadoria de especialistas (literatura portuguesa, africana e brasileira) é escolhida. Esse juri final votará e escolherá o vencedor. Concorrem livros publicados no Brasil em língua portuguesa, com primeira edição no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2006; e com primeira edição no exterior entre 1º de janeiro de 2003 e 31 de dezembro de 2006, desde que tenham sido publicados no Brasil no mesmo período.