“Pynchon é um dos mestres da prosa inglesa da segunda metade do século XX. A meu ver, sua principal contribuição à ficção de nosso tempo foi a incorporação e recriação poética da linguagem degradada da televisão, dos desenhos animados, das revistas em quadrinhos, dos chavões, do kitsch que nos cerca por todos os lados. Pynchon não tem medo do mau gosto, do excesso, da bobeira, da vulgaridade, que em sua ficção coexistem com erudição e sutileza.”
Para quem ainda não sabe o por quê de ler algum livro de Thomas Pynchon, eu diria que a síntese acima é perfeita. O trecho é parte da breve, mas excelente, entrevista de Paulo Henriques Britto, um dos melhores tradutores do país, ao também excelente blog “ângulo”, de Marco Polli. Faltou apenas dizer quando sai “Against the Day”. A entrevista completa pode ser lida aqui.





















Adoreiiii, quero ler!
Não sei se você está sabendo, Leandro, mas eu mandei um email para a Companhia das Letras perguntando sobre a tradução de “Against the Day” e eles me responderam dizendo que o livro só deve sair em 2011, e não existe nenhuma previsão de reimprimirem os esgotados.
Triste…
Abraço,