Quando faltavam 10 minutos para o início das vendas, loguei no site e, ao mesmo tempo, comecei a discar.
Depois de ouvir insistentemente o sinal de ocupado, fui atendido pouco depois das 10 horas (estava com muita sorte) e entrei na fila: era o 46º.
No site, após clicar no logo da Flip, não aparecia mais nada.
Minha esposa teve mais sorte, surgiu a tela para compra de ingressos para todas as mesas: não teve dúvidas, clicou e tentou fechar a venda. O site congelou às 10:35.
Pouco depois das 11:00 horas – e inúmeros agradecimentos pela minha paciência – uma voz simpática me atendeu.
Após informar que ingressos gostaria de comprar, a simpática moça me fornece uma senha e diz que após 48 horas poderia apanhar os ingressos no posto de atendimento. Sem nenhum recibo, e-mail, nada que indicasse que a tal moça simpática fez a escolha correta das mesas que havia solicitado. Agora é torcer para que nenhuma surpresa surja.
A venda limitada a dois ingressos por CPF me faz ir até o posto de atendimento no Shopping 5ª Avenida. Além de mim, irão mais duas pessoas.
Lá, o caos. Uma bela jovem – que disse ter chegado às 9 horas – tentava finalizar sua compra pelo sistema. Com ela um notebook conectado a internet (inútil naquele momento), com o site congelado. Ao redor, todos com muita raiva. Uma senhora informa que foi até o BH Shopping e lá o sistema estava fora, sem previsão para voltar. Desisti.
13:50 e a tela de checkout da minha esposa ainda está congelada.
Tudo como sempre. Apesar disso, a expectativa é ver um grande evento, numa cidade linda e num clima agradável onde a literatura será o destaque. Espero poder encontrá-los lá para um chopp.





















Esse ano foi ainda pior. A FNAC da Barra da Tijuca, RJ até abriu na hora. Eu deveria ser o terceiro da fila. Mas qual não foi minha surpresa ao entrar na loja e me deparar com um monte de funcionários da Livraria (A)Travessa, que aguardavam dentro do shopping, local nde nós não temos acesso. O sistema travou na 1a. venda. A internet parou. Os telefones só davam ocupados. Aguardo o dia em que a organização da FLIP vai admitir que o sistema de vendas como está, não funciona. Nos vemos lá no twitter.com/flip_parati. E na FLIP também
“Estararemos” lá! Mas esse ano não vai ser como aquele que passou: não comprarei nenhum ingresso. Costumava comprar para várias mesas, dessa vez vou ficar lá atrás na tenda do telão, só filando á distância. Com a grana economizada vou comprar livros e…chopps! Ah, e também um passeio de barco, pois nem só de livros vive o homem.
Abraços e até lá!
Uma coisa é fato: a FLIP nunca provocou tanta literatura de protesto.