
São onze horas e agora Stephen anda pela praia em Sandymount Strand. Este capítulo Joyce faz grande uso do fluxo de consciência para mostrar as mudanças que ocorrem no interior de Stephen. A referência da Odisséia aqui é Proteu, o deus do mar.
“Um ponto, cão vivente, crescia à vista correndo pelo escampo do areal. Meu Deus, irá ele atacar-me? Respeita a sua liberdade. Não serás nem senhor dos outros nem seu escravo. Tenho meu porrete. Fica imóvel. De muito mais longe, andando para a borda do mar ao longo da margem cristada, silhuetas, duas. As duas marias. Esconderam-no em meio aos juncos. Tu taí. Te vi. Não, o cão. Está correndo para trás para elas. Quem?”






















