“Com Mandrake: a Bíblia e a Bengala, Rubem Fonseca faz nova investida na novela policial, gênero do qual é considerado um mestre no Brasil, e traz de volta à cena Mandrake, um de seus mais célebres personagens (A grande arte e vários contos). Desta vez, o cínico advogado criminalista é levado a investigar dois casos insólitos. No primeiro, é procurado por uma linda colecionadora de livros raros que deseja descobrir o paradeiro de um amigo desaparecido. Incapaz de resistir à beleza da mulher, Mandrake aceita dar uma de detetive e passa a desvendar uma trama complicada que envolve ricaços, bibliófilos, livreiros, um anão misterioso e, é claro, uma lista crescente de mortos. No segundo caso, um de seus ex-clientes é assassinado em um crime quase perfeito. Só que a esposa da vítima é amante de Mandrake e a arma usada foi sua própria bengala de estoque, o que o torna um dos principais suspeitos.
Em Mandrake: a Bíblia e a Bengala, o autor de Agosto e Vastas emoções e pensamentos imperfeitos abraça os elementos clássicos do gênero policial para compor enredos cheios de viradas em que há espaço para jogos de sedução, reflexões sobre a ética dos advogados, necrópsias, condessas italianas de identidade duvidosa e indivíduos dispostos a matar para ter em mãos um incunábulo impresso por Gutenberg. Um prato cheio tanto para os fãs do romance policial quanto para os admiradores do universo temático de Rubem Fonseca.”
Estou preparando um post sobre o que não gosto na obra do Rubem Fonseca, mas de qualquer forma, reconheço que é um autor que não pára. Ruins ou bons, eis os seus livros. A sinopse é do Submarino.























Ho dear. O cara não desiste não?
Interessante vc comentar isso, porque o Rubem é um daquels autores sobre o qual é quase “proibido” falar mal. E no entanto, eu não gosto muito dele não. Reconheço sua importância dentro do contexto histórico, época da ditadura, essas coisas… Mas sinceramente não o vejo como o grande gênio que alardeiam, embora reconheça também sua influência sobre diversos autores que vieram depois (os tais “contemporâneos”, comentados em um post anterior).
Ufa, ainda bem que não sou o único a ver algo de errado no que o Rubem escreve!!!
Não resisti, e vim ler este também… tem um outro post sobre “Crime e Castigo”… oh, céus… Estou muito feliz de ter te achado!