Não levem em conta o conteúdo e avaliem somente o que sobrar. Depois faça uma eleição dos melhores livros. Creio que, aqui no Brasil, todos os primeiros lugares vão para a Cosac&Naify. O novo “Bartleby, o Escrivão” da Cosac&Naify é tão lindo, que o desavisado que resolver lê-lo, merece ser condenado por violação. Apanhem um exemplar em qualquer livraria e vejam com seus próprios olhos!
“Bartleby, o Escrivão”, Herman Melville, folhas duplas que precisam ser “rasgadas” para que se possa ter acesso ao texto.
“Primeiro Amor”, de Samuel Beckett, capa serve como uma espécie de pasta, em que as folhas contendo o texto estão costuradas, semelhante a uma carta em um envelope.
“O Roubo do Elefante Branco”, de Mark Twain, pocket book em que o texto começa na própria capa.


























Esse negócio de capa é interessante. Lembro-me de quando li “Moça Com Brinco de Pérola” ficava o tempo todo voltando para a cara, magnetizado pela beleza e a delicadeza dos traços da pintura.
Parabéns pelo blog. Ele tornou-se obrigatório. E graças a seu palpite acabei de comprar “O Mal de Montano” do Enrique Vila-Matas.
Um abraço.
Se comprar via internet pelo Submarino, pode ajudar este humilde blogueiro clicando no link do Submarino do blog. Muito obrigado Claudio e um grande abraço.