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	<title>Odisséia Literária: blog de livros e literatura &#187; Bloomsday</title>
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		<title>Molly Bloom, Yes</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 11:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloomsday]]></category>

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		<description><![CDATA[Parte I




Parte II





O monólogo de Molly Bloom interpretado por Angeline Ball em Bloom, uma adaptação para o cinema da obra de Joyce, dirigida por Sean Walsh em 2003.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Parte I</strong></p>
<div dataattribute="http://www.youtube.com/v/RjH8ns1N9uw&amp;hl=en" title="http://www.youtube.com/v/RjH8ns1N9uw&amp;hl=en" class="embed" style="border: 1px solid rgb(223, 223, 223); background: transparent url(chrome://flashblock/content/flash.png) no-repeat scroll center; overflow: hidden; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; min-width: 32px ! important; min-height: 32px ! important; width: 425px; height: 355px; cursor: pointer; -moz-box-sizing: border-box; margin-right: auto; margin-left: auto;"></div>
</p>
<div style="clear: both;"></div>
<p>
<strong>Parte II</strong><br />
</p>
<div dataattribute="http://www.youtube.com/v/yNTlDesrY3w&amp;hl=en" title="http://www.youtube.com/v/yNTlDesrY3w&amp;hl=en" class="embed" style="border: 1px solid rgb(223, 223, 223); background: transparent url(chrome://flashblock/content/flash.png) no-repeat scroll center; overflow: hidden; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; min-width: 32px ! important; min-height: 32px ! important; width: 425px; height: 355px; cursor: pointer; -moz-box-sizing: border-box; margin-right: auto; margin-left: auto;"></div>
</p>
<div style="clear: both;"></div>
<p>
O monólogo de Molly Bloom interpretado por Angeline Ball em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0283096/" target="new">Bloom</a>, uma adaptação para o cinema da obra de Joyce, dirigida por Sean Walsh em 2003.</p>
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		<title>A Cama</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 05:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloomsday]]></category>

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		<description><![CDATA[E no último evento desta odisséia, num tempo indeterminado, vemos Molly deitada em sua cama. O monólogo é talvez o trecho mais conhecido da obra de Joyce, citado por muitos (mesmo por pessoas que nunca leram todo o livro), como um dos mais inovadores textos da literatura.  É um impacto para o leitor folhear o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E no último evento desta odisséia, num tempo indeterminado, vemos Molly deitada em sua cama. O monólogo é talvez o trecho mais conhecido da obra de Joyce, citado por muitos (mesmo por pessoas que nunca leram todo o livro), como um dos mais inovadores textos da literatura.  É um impacto para o leitor folhear o longo texto sem pontuação, fragmentado, intemporal, onde os pensamentos se ligam através de associações fortuitas, tal como faz a mente humana. No fim, a lembrança da primeira vez em que ela e Bloom fizeram amor.</p>
<p><em>&#8220;sim quando eu punha a rosa em minha cabeleira como as garotas andaluzas costumavam ou devo usar uma vermelha sim e como ele me beijou contra a muralha mourisca e eu pensei tão bem a ele como a outro e então eu pedi a ele com os meus olhos para pedir de novo sim e então ele me pediu quereria eu sim dizer sim minha flor da montanha e primeiro eu pus os meus braços em torno dele sim e eu puxei ele pra baixo pra mim para ele poder sentir meus peitos todos perfume sim o coração dele batia como louco e sim eu disse sim eu quero Sims.&#8221;</em></p>
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		<title>A Casa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 05:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duas da manhã e Bloom está agora com Stephen em sua casa, na rua Eccles, um símbolo perfeito para a Ítaca de Homero na Odisséia. Eles perderam a chave da casa e, como não querem acordar Molly, pulam a grade e entram pelos fundos. Bloom convida Stephen a morar com eles, mas ele recusa. Depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas da manhã e Bloom está agora com Stephen em sua casa, na rua Eccles, um símbolo perfeito para a Ítaca de Homero na Odisséia. Eles perderam a chave da casa e, como não querem acordar Molly, pulam a grade e entram pelos fundos. Bloom convida Stephen a morar com eles, mas ele recusa. Depois vão até o jardim onde urinam juntos. O texto é um dos mais engraçados do livro, com o enredo sendo apresentado parodicamente em forma de perguntas e respostas, como o exemplo abaixo nos mostra.</p>
<p><em>&#8220;Aceitou Bloom o convite para jantar feito então pelo filho e depois secundado pelo pai?</em></p>
<p><em>Muito agradecidamente, com grata apreciação, com sincera gratidão apreciativa, em apreciativamente grata sinceridade de pesar, declinou.&#8221;</em></p>
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		<title>O Abrigo</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 04:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma da manhã. Começa aqui a terceira e última parte da obra. Stephen e Bloom estão num abrigo de cocheiros bebendo café e pouco depois iniciam uma conversa com um marinheiro. Bloom fala do desentendimento no bar (no capítulo com referências ao Ciclope). É o encontro simbólico entre pai e filho que agora poderão ir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma da manhã. Começa aqui a terceira e última parte da obra. Stephen e Bloom estão num abrigo de cocheiros bebendo café e pouco depois iniciam uma conversa com um marinheiro. Bloom fala do desentendimento no bar (no capítulo com referências ao Ciclope). É o encontro simbólico entre pai e filho que agora poderão ir em direção à Molly, a figurativa Penélope.<br />
<em>&#8220;- E qual é acaso seu nome?</em></p>
<p><em>Precisamente no mesmo momento o senhor Bloom tocou a ponta da bota do companheiro mas Stephen, aparentemente desconsiderando a instante pressão de um sector inesperado, respondeu:</em></p>
<p><em>- Dedalus.&#8221;</em></p>
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		<title>O Bordel</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 03:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meia-noite e os personagens Dedalus e Bloom estão numa farra no bordel de Bella Cohen. A referência da Odisséia é o trecho onde Circe transforma os homens de Ulisses em porcos. Na obra de Joyce, Circe é Bella Cohen e, ao invés dos companheiros, é Bloom que se ‘transforma’ e começa a ter alucinações, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meia-noite e os personagens Dedalus e Bloom estão numa farra no bordel de Bella Cohen. A referência da Odisséia é o trecho onde Circe transforma os homens de Ulisses em porcos. Na obra de Joyce, Circe é Bella Cohen e, ao invés dos companheiros, é Bloom que se ‘transforma’ e começa a ter alucinações, até que ele e Stephen são expulsos de lá. No fim do capítulo Stephen bêbado quase apanha de soldados. A polícia chega e Bloom contorna a situação.</p>
<p><em>&#8220;PRIMEIRO GUARDA: Profissão ou ocupação.</em></p>
<p><em>BLOOM: Bem, tenho uma actividade literária. Jornalista-autor. De facto estamos produzindo uma série de histórias premiadas de que sou o inventor, algo que é um caminho inteiramente novo. Tenho vínculos com a imprensa britânica e irlandesa. Se telefonar para&#8230;&#8221;</em></p>
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		<title>O Hospital</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 01:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Dez da noite e estamos na National Maternity Hospital de Dublin. Um dos capítulos mais complexos da obra, onde praticamente não há ação física. Para entendermos o porquê de tantas digressões desconexas é preciso nos lembrarmos que Stephen está bêbado e por isso o fluxo de consciência escrito nessa parte é ainda mais complexo.
&#8220;Entrementes a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://odisseialiteraria.com/images/National_Maternity_Hospital.jpg" alt="National Maternity Hospital" border="0" height="317" hspace="10" vspace="5" width="422" /></p>
<p>Dez da noite e estamos na National Maternity Hospital de Dublin. Um dos capítulos mais complexos da obra, onde praticamente não há ação física. Para entendermos o porquê de tantas digressões desconexas é preciso nos lembrarmos que Stephen está bêbado e por isso o fluxo de consciência escrito nessa parte é ainda mais complexo.</p>
<p><em>&#8220;Entrementes a perícia e paciência do físico provocara um feliz accouchement. Fora uma exaustão exaustiva tanto para a paciente como para o médico. Tudo o que a perícia cirúrgica pudera fazer foi feito e a brava mulher tinha ajudado virilmente. Tinha. Ela havia lutado a boa luta e agora estava muito muito feliz.&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Rochas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloomsday]]></category>

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		<description><![CDATA[Às oito da noite voltamos à Sandymount Strand (Stephen esteve lá às onze horas, lembram-se?), onde agora Bloom é seduzido por Gerty MacDowell. Gerty pensa num romance do passado, vê Bloom de longe e tem uma fantasia romântica com ele. Depois de uma queima de fogos, ela vai embora, mas antes se insinua levemente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às oito da noite voltamos à Sandymount Strand (<a href="http://odisseialiteraria.com/a-praia" target="new">Stephen esteve lá às onze horas, lembram-se?</a>), onde agora Bloom é seduzido por Gerty MacDowell. Gerty pensa num romance do passado, vê Bloom de longe e tem uma fantasia romântica com ele. Depois de uma queima de fogos, ela vai embora, mas antes se insinua levemente para Bloom. Somente depois disso é que Bloom percebe que ela é manca. Gerty neste episódio representa Nausícaa da Odisséia.</p>
<p><em>&#8220;Gerty teve uma idéia, uma manhazinha de amor. Ela enfiou a mão no bolso do lencinho e retirou a mecha e ondulou-a em resposta é claro que sem deixá-la cair e reenfiou-a de volta. Estaria ele longe demais para? Ela se levantou. Era a despedida? Não. Ela devia ir mas eles haveriam de se encontrar de novo, ali, e ela sonharia com isso até então, amanhã, com o seu sonho da tarde da véspera. Ela se retesou em toda a sua altura. Suas almas se encontraram num último olhar perlongado e os olhos que lhe atingiram o coração, cheios de um estranho brilho, pendiam extáticos de seu doce rosto qualflor. Ela entressorriu para ele debilmente, um doce sorriso perdão, um sorriso que beirava a lágrimas, então eles se separaram.&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Bloomsday na Internet Brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 21:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloomsday]]></category>

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		<description><![CDATA[No blog Amortescimento, Tuma fala de &#8220;O dia em que o romance morreu&#8221; e opina:
 &#8220;Nesse Bloomsday, comemoramos a vinda ao mundo desse “Livro Azul inutilmente ilegível &#8220;. Ora, nada melhor para festejar um livro do que lê-lo. Vamos então dizer sim à verdade da vida humana e da arte e, quando te perguntarem se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No blog Amortescimento, Tuma fala de <em>&#8220;O dia em que o romance morreu&#8221;</em> e opina:<br />
<em> &#8220;Nesse Bloomsday, comemoramos a vinda ao mundo desse “Livro Azul inutilmente ilegível &#8220;. Ora, nada melhor para festejar um livro do que lê-lo. Vamos então dizer sim à verdade da vida humana e da arte e, quando te perguntarem se você quer ler o Ulisses, responder “yes i will Yes”.&#8221;</em></p>
<p><a href="http://amortescimento.blogspot.com/2008/06/o-dia-em-que-o-romance-morreu.html" target="new">Leia o texto clicando aqui.</a></p>
<p>Em Ao Mirante, Nelson!, o divertido samba-enredo em homenagem ao Bloomsday. Leia o <a href="http://www.interney.net/blogs/aomirante/2008/06/16/samba_enredo_em_homenagem_ao_bloomsday_1/" target="new"><em>Apogeu e Glória de Leopold Bloom no Reino encantado de James Joyce</em>, clicando aqui.</a></p>
<p>E o Milton Ribeiro, também posta sobre Joyce nesse Bloomsday. Para quem ainda se assusta com o livro, o conselho dele é bem válido:<br />
<em>“É sempre bom lembrar aos tementes a Joyce que Ulisses não é apenas aquele livro de erudição quase inalcançável que afasta algumas pessoas, o romance também é divertidíssimo e perfeitamente compreensível. As minúcias e a complexa teia de referências são importantes, mas podem permanecer semi-entendidas sem esfacelamento de sua essência. Prova de que o mais puro ludus nem sempre está associado à compreensão cabal.”</em></p>
<p><a href="http://opensadorselvagem.org/blog/miltonribeiro" target="new">Leia o texto completo, clicando aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Taverna</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 20:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São dezessete horas e Bloom está no bar Barney Kiernan, onde vai se encontrar com Martin Cunningham. O paralelo com a Odisséia é o Ciclope, que na obra de Joyce é representado por um homem nacionalista que quase briga com Bloom por causa de um mal entendido. Segundo Edmund Wilson, &#8220;todas as banalidades de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São dezessete horas e Bloom está no bar Barney Kiernan, onde vai se encontrar com Martin Cunningham. O paralelo com a Odisséia é o Ciclope, que na obra de Joyce é representado por um homem nacionalista que quase briga com Bloom por causa de um mal entendido. Segundo Edmund Wilson, &#8220;todas as banalidades de sua parlapatice patriótica aumentadas a proporções gigantescas&#8221;.</p>
<p><em>&#8220;- A Irlanda &#8211; fala Bloom. &#8211; Nasci aqui. A Irlanda. &#8221; </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Sala de Concerto</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 19:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloomsday]]></category>

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		<description><![CDATA[Às dezesseis horas, frases e sílabas onomatopaicas invadem o texto da narrativa para representar a música no ambiente, que será muito importante mais à frente. O paralelo com a Odisséia é o episódio em que Ulisses foge do canto das sereias.
&#8220;Fffu! Óó!
Onze bronze de perto? Onde ouro de longe? Onde cascos?
Rrrpr. Craa. Craandl.
Então, não até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às dezesseis horas, frases e sílabas onomatopaicas invadem o texto da narrativa para representar a música no ambiente, que será muito importante mais à frente. O paralelo com a Odisséia é o episódio em que Ulisses foge do canto das sereias.</p>
<p><em>&#8220;Fffu! Óó!</em></p>
<p><em>Onze bronze de perto? Onde ouro de longe? Onde cascos?</em></p>
<p><em>Rrrpr. Craa. Craandl.</em></p>
<p><em>Então, não até então. Meu epripftáfio. Sê pfrscrito.</em></p>
<p><em>Feito.</em></p>
<p><em>Começar!&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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