Todo esse oba-oba em torno da literatura africana não seria herança dos Estudos Culturais*?
* Área acadêmica que reúne um bom número de professores de literatura que não gostam de Literatura.
Todo esse oba-oba em torno da literatura africana não seria herança dos Estudos Culturais*?
* Área acadêmica que reúne um bom número de professores de literatura que não gostam de Literatura.
Se apanharmos contos escritos de 1990 para cá, existe algum conto da literatura brasileira realmente inesquecível? Qual?
Não quero entrar no mérito se o pós-modernismo existe ou não. Queria apenas saber: existe poesia pós-moderna?
Bons livros recém-lançados nunca são encontrados em sebos. Se você encontrou um livro que está na página de lançamentos da editora, é porque o livro é ruim.
Quanto mais leio Eça de Queirós, mais gosto de Machado de Assis.
Vejo pessoas reclamarem que falta no Brasil o grande romance sobre futebol. Ora, por que essa obrigatoriedade de se falar sobre o esporte? Existe o grande romance americano de beisebol? O grande romance britânico de (sei lá!) críquete? O grande romance mundial sobre as Olimpíadas? Claro, qualquer assunto pode ser um tema literário, mas cá entre nós, esporte é algo tão importante assim na vida das pessoas que merece um tratamento requintado? Exibe-se um jogo de Copa do Mundo, todo o Brasil fica em frente à televisão e o Brasil perde. Todo mundo fala do jogo durante uns quinze dias. Mas agora, passados apenas alguns meses do jogo da Copa, alguém ainda se importa que o Brasil perdeu? Escreve-se sobre guerras até hoje, porque evidentemente a guerra muda o mundo de uma maneira muito evidente, mas uma Copa do Mundo muda a vida de alguém que não está lá jogando? Ou estou apenas com um mau humor danado?
Você já leu algum autor da literatura argentina?
Já está no ar a programação completa do 7º Salão do Livro & Encontro de Literatura de Belo Horizonte. O tema deste ano é a literatura do Mercosul. Os destaques são os escritores brasileiros Luís Fernando Veríssimo (10/08), Bartolomeu Campos de Queirós (11/08), Marcelo Xavier (12/08), João Gilberto Noll (14/08), Marçal Aquino (17/08), Affonso Ávila (19/08) e Antônio Barreto (20/08), e os sul-americanos, Martin Kohan (13/08), da Argentina; Alberto Fuguet (15/08), do Chile; Renée Ferrer (16/08), do Paraguai, e Pablo Roca (18/08), do Uruguai, além do argentino Ricardo Piglia no dia 15/08.
Para acessar o site clique aqui. A programação completa pode ser visualizada aqui.
Anteontem vi uma pessoa no ônibus lendo Nabokov. Ontem, outra pessoa lia Truman Capote. Hoje, Stendhal. Isso parece ser um bom sinal.
Acredito que a grande maioria dos livros não serve para virar um filme. Este é um deles. Tomara que eu esteja errado.