“O Coração das Trevas” foi um livro que eu penei pra ler. Gosto do clima do livro, mas vez por outra tive que retornar num trecho para poder acompanhar a história. “Lord Jim” tentei ler duas vezes e ainda não consegui concluir a leitura. Fiquei entediado no meio do caminho. Agora, eis que em minhas mãos tenho “Nostromo”, reeditado em formato de bolso pela “Companhia de Bolso”. Todas as definições sobre um grande autor que conheço parecem simplistas. O ponto é que um grande autor pode nos desagradar quando avaliamos aspectos estéticos, mas, ao mesmo tempo e contraditoriamente, isso nos atrai, porque percebemos a grandiosidade no modo dele escrever. Conrad é assim.
Definição de um Grande Autor
10 comentários »
Comente.























Poxa, Leandro, ainda não conheço nenhuma obra do Joseph. Mas vou dar uma vasculhada pela biblioteca ou pelas livrarias este Nostromo. Por hora estou meio travado tentando ler Ulisses (no original!!!). É o melhor meio de atingir a paranóia através da leitura.
Abraço.
Exato… Dostoiévski é assim comigo. O que está achando de “Nostromo”?
Aliás, o ensaio do Carpeaux sobre o Conrad é excelelente. Diz que sua obra prima é “
Opa, apertei Enter por acidente.
- é “Chance”.
Rui, o “Ulisses” é mesmo sensacional. Em “O Castelo de Axel” do Edmund Wilson tem um ensaio sobre o livro que é essencial. Se puder, não deixe de lê-lo. E também tem muitas informações nos arquivos, só ir no mês de junho dos anos anteriores e ler. Todo ano, passam por aqui diversos leitores e a gente faz um BloomBlogsDay.
Marcio, ainda não comecei, estou terminando “Bem-vindo ao Clube” do Coe. Só li umas cinco páginas, mas a gente já reconhece o Conrad na primeira. “Chance” eu não conheço, mas está anotado pra procurar.
Eu li Lord Jim e concordo: é chato. E olha que adoro narrativas ambientadas em alto mar… Já Tufão tem seus momentos, mas tem alguma coisa que falha em Conrad; pena, porque eu tenho vontade de gostar dele. Nostromo tem na biblitoeca em que trabalho, edição da Companhia das Letras, acho. Um dia quem sabe…
Cara,
Tenho lido o teu blog, e posso dizer, que já comprei alguns livros por conta dele.
Abç,
http://wushang.wordpress.com/
Você já sabe o que não sabe?
O melhor livro que jã li agora em portugues. perfeito.
Meu nome é William H. Wood. (Wu Shang)
Nasci na Califórnia, formei-me em psicologia na Universidade Stanford em 1988 e decidi ir para Mianmar, a terra dos mil templos, procurar a verdadeira sabedoria. Entrei como turista num país que tinha esperanças de logo participar de eleições democráticas. Mas, nesse mesmo ano, o general Sow Muang chefiou um violento golpe militar, causando a morte de mais de 10 mil pessoas e fechou suas fronteiras para o mundo. Sem visto de permanência, fiquei recluso no mosteiro em que me achava como visitante. Tornei-me monge e recebi o nome de Wu Shang sem ainda ter encontrado a sabedoria que procurava.
Passados 13 anos, saí em peregrinação após descobrir antigos ensinamentos secretos escondidos no templo e escrito pelo mestre do meu mestre.
O novo caminho me levaria até onde nunca imaginei que um homem pudesse chegar. Assim começa a minha história
Olá Ed, espero que as indicações tenham sido úteis. Um grande abraço.
Oi Claire!!! Como andam as coisas? Bom, ainda não li o Nostromo, tive que ficar um tempo parado por causa de uma série de atividades, mas como eu disse, Conrad é um escritor que causa sentimentos contraditórios.
eu li esse livro na minha segunda lua de mel.
:>)