“Boa parte das certezas que carrego comigo acabam se revelando totalmente equivocadas e ilusórias. Vou dar como exemplo uma de minhas convicções automáticas: tudo à minha volta respalda a crença profunda de que eu sou o centro absoluto do universo, de que sou a pessoa mais real, mais vital e essencial a viver hoje. Raramente mencionamos esse egocentrismo natural e básico, pois parece socialmente repulsivo, mas no fundo ele é familiar a todos nós. Ele faz parte de nossa configuração padrão, vem impresso em nossos circuitos ao nascermos.”
O trecho acima é parte da coluna Despedida da revista piauí de outubro. O resto do texto “A liberdade de ver os outros” pode ser lido aqui.























Aaaaaadorei esse texto do David. Queria tê-lo escrito.
Abraços do Lúcio Jr.