Para o feriado estou separando “Grande Sertão: Veredas”, que estou relendo apaixonadamente, “Lições de Abismo” de Gustavo Corção, alguns contos de Tchecov (para aqueles momentos de transição entre uma obra e outra) e quero ver se ainda dá tempo de pelo menos começar a ler “O Arco-ìris da Gravidade” de Thomas Pynchon, livro este aliás que parece ser extremamente curioso.
Feriado
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Leandro, deixei 3 comments, em cada um de três posts seus.
Considero, como já disse antes, que vc é o mais ousado dos blogueiros, porque arroga para si, a mais difícil das tarefas na Literatura: a de ser *um verdadeiro leitor.”
Se quer minha opinião, eu não acho que queira;=) - obras magistrais não são lidas simultaneaamente a outras obras magistrais.
Pode-se até tentar, mas não é isso que caracteriza *o* leitor.
Outros sim, mas voc~e…;-)
Um beijo
Meg
P.S Uma releitura de Rosa equivale extamente a isso: a uma nova e singular leitura.
E Pynchon não é autor que se permita dividir;=))
Em todo caso: “Bon courage!”
M.