Uma da manhã. Começa aqui a terceira e última parte da obra. Stephen e Bloom estão num abrigo de cocheiros bebendo café e pouco depois iniciam uma conversa com um marinheiro. Bloom fala do desentendimento no bar (no capítulo com referências ao Ciclope). É o encontro simbólico entre pai e filho que agora poderão ir em direção à Molly, a figurativa Penélope.
“- E qual é acaso seu nome?
Precisamente no mesmo momento o senhor Bloom tocou a ponta da bota do companheiro mas Stephen, aparentemente desconsiderando a instante pressão de um sector inesperado, respondeu:
- Dedalus.”






















